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Bots, IoT e Bitcoin estão entre os principais vetores de risco digital para 2017, aponta estudo

Postado em 13/02/2017

Bots, IoT e Bitcoin estão entre os principais vetores de risco digital para 2017, aponta estudo

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Que os robôs cognitivos, câmeras digitais e hacktivismo estão cada vez mais em alta não é segredo para ninguém. Mas, nem só de pontos positivos vivem essas tecnologias. Segundo pesquisa da empresa de segurança digital Aker, todas elas apareceram na lista dos principais vetores de risco digital que devem mobilizar a atenção da comunidade de segurança neste ano.

Entre os chamados vetores emergentes (aqueles que se tornaram mais evidentes a partir de 2016), o relatório destaca alguns pontos marcantes, como a eclosão da tecnologia de bots, a popularização de inúmeros objetos conectados (internet das coisas) e a reabilitação do Bitcoin, que volta a se firmar nos prognósticos após momentos de incerteza.

Perigos dos Bots

A equipe de segurança da Aker ainda entende que a forte popularização dos bots (e principalmente dos chatbots que dialogam com o usuário) em aplicações de relacionamento com o cliente será um dos maiores vetores emergentes do risco digital. Isso porque as soluções de segurança ainda não estão preparadas para proteger esse novo modelo de aplicação que dispensa o download por parte do usuário.

Em resumo, ao mesmo tempo que os bots estão impulsionando negócios e melhorando a experiência do usuário, eles também propiciam situações altamente favoráveis para a introdução de códigos maliciosos na comunicação homem-máquina.

Aqui podemos destacar alguns usos nocivos dos bots, como a interposição de avatares falsos em chats de voz ou texto, a exploração de dados e informações do cliente por meio da interceptação de chats e o sequestro de conexões via oferta de assistentes.

Bitcoins

O estudo aponta que depois de um período de incertezas quanto ao futuro, especialmente por conta das grandes fraudes ocorridas entre os anos de 2011 e 2015, as moedas virtuais bitcoins recuperaram seu prestígio em grandes mercados internacionais.

A previsão do relatório é de que, ao longo de 2017, haverá uma adesão expressiva às transações com bitcoins. Isso vale tanto para os consumidores quanto para o comércio global e das instituições financeiras. No entanto, os ataques criminosos devem não só continuar como também se intensificar.

Devido à sua base criptográfica, as bitcoins são bastante seguras na teoria. Contudo, o problema central reside na complexidade do funcionamento e controle. Ao contrário da moeda eletrônica tradicional, as bitcoins não são submetidas a uma autoridade financeira institucionalmente definida ou com controle centralizado.

Os riscos conectados à circulação de bitcoin incluem a vulnerabilidade do usuário final, que nem sempre está preparado para proteger seu patrimônio de moedas virtuais.

Internet das coisas

Com o aumento da produção de carros com sistemas de conexão e a integração de itens de uso doméstico (como babás eletrônicas, controladores de luz, fechaduras, entre outros), o relatório indica que, neste ano, haverá uma explosão na conexão de objetos em ambientes comercial e industrial.

Em supermercados, por exemplo, todo o controle ambiental, logístico e de segurança, onde se inclui o uso de catracas inteligentes e câmeras de vigilância, já vem sendo integrado. E quase tudo por meio do Wi-Fi.

Todas as vertentes da Internet das Coisas apresentam uma nova variedade de conexões. Para a felicidade dos invasores, isso pode causar um aumento na vulnerabilidades, uma vez que um simples ponto de acesso permite que o atacante chege às coisas mais inusitadas e perigosas. Para se ter uma ideia, já existem centenas de casos de invasão remota a carros conectados, por exemplo.

Fique alerta!

Em meio a tantas novidades e informações, quase ninguém ainda se deu conta da possibilidade de criminosos invadirem e roubarem dados sensíveis a partir de qualquer dispositivo com acesso à internet. Basicamente, os consumidores finais se preocupam mais com as ameaças a computadores e, às vezes, a smartphones e tablets.

Para esses dispositivos, você pode contar com a solução do UOL Segurança Digital que identifica e elimina códigos maliciosos automaticamente. Quanto aos novos aparelhos da Internet das Coisas, infelizmente ainda não existe programas específicos de segurança. Nesse momento, o mais recomendável é aplicar senhas fortes neles e tentar não armazenar ali muitas informações pessoais.