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Conheça as investidas do Facebook e do Google para tentar combater as fake news

Postado em 29/05/2017

Conheça as investidas do Facebook e do Google para tentar combater as fake news

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O termo “Fake News” ganhou popularidade durante a disputa eleitoral pela presidência dos Estados Unidos no ano passado, na qual Donald Trump venceu. À época, Facebook e Google anunciaram medidas para combater as notícias falsas.

E, pelo menos nos Estados Unidos, essa batalha já começou. Os dois gigantes estão testando alguns recursos para colocar suas promessas em prática. Basicamente, as empresas entendem que a motivação para criar e divulgar páginas de notícias falsas seja, sobretudo, financeira. Para combatê-las, portanto, as medidas visam a punir as empresas de “Fake News” no bolso.

Abaixo, entenda quais são as investidas do Facebook e do Google para ganhar essa batalha:

Facebook

Após uma análise técnica de checagem de informações, os links serão classificados como legítimos ou contestados. Assim, as postagens de links contestados vêm acompanhadas com um sinal de atenção dentro de uma pequena etiqueta vermelha, indicando que aquele link leva a uma página com notícias falsas.

Caso uma pessoa queira compartilhar um link classificado como “Fake News”, o Facebook mandará uma notificação para confirmar se ela quer, mesmo, seguir adiante com a publicação. Os próprios usuários podem ajudar a plataforma. Agora, é possível denunciar publicações, apontando ser uma “Fake News”.

Nisso, a mesma equipe que analisa casos de racismo e pornografia é responsável por analisar esses casos de notícias falsas. Se não houver uma resposta imediata, a demanda é repassada para entidades de checagem de fatos que, por sua vez, produzem um diagnóstico.

Por fim, para não propagar notícias falsas, o Facebook impedirá que as postagens classificadas como “Fake News” sejam impulsionadas, diminuindo seu alcance.

Google

Como se sabe, 90% do faturamento do gigante de busca vem de anúncios. No entanto, de uns tempos para cá, muitas empresas deixaram de anunciar nas plataformas do Google – principalmente no YouTube – para não veicular a imagem das marcas a conteúdos duvidosos.

Para não perder anunciantes, o Google precisou dar uma resposta. Uma das medidas é punir sites que publicam “Fake News” e ocultam informações sobre os editores. Quando identificados por organizações de checagem de fatos (fact checking), esses sites ficam proibidos de participar do Google AdSense, programa de anúncios do gigante de tecnologia.

No entanto, muitos desses sites ainda aparecem nas primeiras colocações nos resultados de busca do Google. A empresa reconhece esse problema e diz estar trabalhando para aprimorar os algoritmos e, assim, apresentar apenas resultados relevantes, úteis e verídicos aos usuários.

Não custa lembrar que boa parte dessas medidas está em funcionamento apenas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, e que ainda não há previsão para chegar ao Brasil.