Dicas e Curiosidades

ver todos

Nova iniciativa em parceria de Google e Microsoft tenta enfrentar a pirataria

Postado em 15/03/2017

Nova iniciativa em parceria de Google e Microsoft tenta enfrentar a pirataria

469.000
novas ameaças são encontradas
por semana na internet.

Se você quer uma
navegação segura e total
proteção
para seus dados
garanta a proteção do
UOL Antivírus

baixar agora

A pirataria é um dos principais desafios para a indústria de software, já que não só corta seus lucros como também espalha pragas para todos os lados. É para combatê-la que os gigantes em tecnologia Google e Microsoft firmaram um acordo com o governo britânico e representantes da indústria fonográfica para combater sites que hospedam filmes e músicas de forma ilegal.

Para tanto, Google e Microsoft (Bing) comprometeram-se a usar um novo código que rebaixa sites que foram advertidos com avisos de violação de direitos autorais. Assim, eles não aparecerão mais nas primeiras páginas de resultados de uma busca.

A medida ainda modifica a função de autocompletar do mecanismo de pesquisa, um recurso que economiza tempo e sugere o que os usuários podem estar procurando. Agora, o recurso não deve mais apresentar termos que podem levar o usuário a sites piratas, no lugar de serviços legítimos.

De acordo com o departamento governamental britânico de direitos autorais, um em cada seis usuários usa conteúdo pirateado. Desse total, 2% baixa softwares piratas, enquanto 21% consomem músicas, filmes e programas de TV de forma ilegal. É verdade que esse número vem caindo nos últimos anos graças à ascensão de serviços legais de streaming, como Netflix e Spotify.

É importante frisar que esse acordo está em vigor apenas no Reino Unido. Em outros países, os buscadores devem se comportar conforme as leis locais. Mas aqui vale lembrar que tanto o Bing como o Google permitem que os usuários em todo o mundo façam um pedido para a remoção de um link que esteja ferindo direitos autorais de alguma forma.

Nos últimos 12 meses, o Google chegou a retirar 915 milhões sites dos resultados de pesquisa, após seguir solicitações dos detentores de direitos autorais. Por sua vez, o Bing rebaixou mais de 91 milhões de links nos resultados entre janeiro e junho de 2016, segundo relatório de transparência da Microsoft.