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Criminosos invadem contas bancárias por meio de celulares clonados

Postado em 25/08/2017

Criminosos invadem contas bancárias por meio de celulares clonados

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Para um criminoso, era muito fácil clonar um celular no passado. Como os aparelhos possuíam tecnologia CDMA, bastava aproximá-lo de um scanner para capturar todas as suas informações.

Por sua vez, os modelos mais modernos utilizam tecnologia GSM e são identificados pelo IMEI (Identificação Internacional de Equipamento Móvel). Na prática, isso significa que só é possível roubar as informações do aparelho a partir de uma cópia do cartão SIM.

Portanto, o processo de clonar um celular é um pouco mais complicado atualmente, mas não impossível. Inclusive, criminosos estão clonando aparelhos para invadir contas bancárias.

O crime começa com o roubo de informações do celular da vítima. Aqui, o criminoso envia um SMS ou telefona para a pessoa. Passando-se por um funcionário da operadora, ele solicita algumas informações do usuário que já são suficientes para clonar o celular.

Na sequência, o criminoso registra o número de celular da vítima em outro chip. Após a ativação, ele baixa aplicativos bancários para realizar transferências de dinheiro.

Para acessar as contas das vítimas no internet banking são necessários outros dados, como CPF. Por isso, levantou-se a hipótese de que funcionários das operadoras de telefonia estejam envolvidos no esquema, que estariam passando as informações à frente.

>> Leia também Internet banking: celular ou computador, qual a opção mais segura?

De modo geral, os criminosos costumam aplicar o golpe em pessoas que não têm o hábito de utilizar o internet banking. Nisso, as vítimas demoram para perceber que estão tendo seus recursos desviados, somente quando verificam o extrato bancário. Por conta dessa demora, muitas vezes, o banco não consegue resolver esse problema.

Fique atento para não cair em golpes

A cada dia, criminosos criam golpes diferentes, especialmente na internet. Por isso, é fundamental prestar muita atenção durante a sua navegação e, sobretudo, desconfiar de mensagens não autorizadas que chegam pelo seu e-mail, redes sociais e SMS. O ideal é nem respondê-las.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as instituições financeiras do Brasil investem 2 bilhões de reais anualmente em sistemas de segurança. No entanto, nem sempre eles são eficazes. Nesse sentido, nunca deixe de consultar, com frequência, o seu saldo. Qualquer movimentação estranha, você logo deve acionar o seu banco.

Por fim, vale a pena reforçar a segurança de seus dados instalando uma solução de antivírus em todos os dispositivos que você utiliza, como computador, smartphone e tablet. Aqui, o UOL Segurança Digital pode ser a sua solução, uma vez que ele identifica páginas web perigosas e elimina códigos maliciosos.