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Criminosos usam vales-presente falsos para roubar dados e infectar aparelhos

Postado em 12/12/2016

Criminosos usam vales-presente falsos para roubar dados e infectar aparelhos

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Criminosos brasileiros descobriram uma nova maneira de fazer as pessoas clicar em links maliciosos: oferecer vales-presente falsos, evidentemente. Tentadas pelos “presentes”, as pessoas clicam nos links e passam suas informações pessoais para, na verdade, ser infectadas.

Esse novo tipo de ataque está espalhado por toda a internet, mas é predominante no WhatsApp. Tendo como alvo usuários brasileiros, as mensagens são escritas em português e usam empresas que têm presença nacional.

Veja, a seguir, os principais golpes desse tipo aplicados no decorrer do último ano:

500 reais de compras no Extra

Descoberto por especialistas da empresa de segurança digital Kaspersky, o ataque direciona mensagens falsas, pelo WhatsApp, prometendo descontos de até 500 reais em compras na rede de supermercados Extra.

Um link encurtado acompanha a mensagem e, ao clicar nele, o usuário entra em uma página falsa, onde é obrigado a preencher um formulário com seus dados pessoais para ter acesso ao vale-compra.

Não contente com os dados fornecidos, o golpe pede à vítima que ligue para um número de telefone. Aqueles que fazem a ligação escutam uma gravação com uma série de perguntas. Uma vez que essa ligação é cobrada, quanto mais tempo as vítimas ficam na linha, maior é o lucro dos criminosos.

200 vales-compra do Carrefour

O Carrefour foi outra rede de supermercados usada pelos criminosos digitais para enganar os usuários. Uma mensagem falsa começou a se espalhar pelo WhatsApp e pelo Facebook avisando as pessoas que o Carrefour estava distribuindo 200 vales-compra de 1,5 mil reais para quem participasse de uma breve pesquisa. Para induzir o usuário a clicar no link, a mensagem alertava que restavam apenas 160 brindes.

Ao acessar a página falsa do Carrefour, a vítima depara com uma pesquisa de opinião em que precisa compartilhar dados pessoais. Quando ela envia suas respostas, automaticamente a mensagem é compartilhada com os amigos no Facebook e com os contatos do WhatsApp da vítima. Trata-se de uma estratégia para o golpe viralizar e, assim, atingir mais pessoas.

Em sua página oficial do Facebook, o Carrefour reiterou que todas as promoções realizadas pela empresa são comunicadas apenas em veículos de TV e rádio, além de seus canais oficiais na internet. Os consumidores, portanto, devem ignorar mensagens enviadas por terceiros, tanto pelo Facebook quanto pelo WhatsApp.

Cupom de 500 reais de desconto no McDonald’s

De acordo com a empresa de segurança online ESET, criminosos digitais espalham mensagens pelo WhatsApp convidando os usuários a participar de uma pesquisa do McDonald’s. Além de responder a quatro perguntas, as pessoas precisam fornecer seu endereço de e-mail.

Para que a vítima consiga o cupom de 500 reais de desconto no McDonald’s, ela precisa encaminhar o link da pesquisa para outros dez contatos do WhatsApp. É claro que, ao fazer isso, o criminoso já tem os dados da vítima guardados e, no fim, ninguém ganha o cupom de desconto prometido.

O que fazer para não cair em golpes do tipo

Os exemplos acima são os casos mais conhecidos, mas estão longe de ser os únicos. Já foram identificados golpes semelhantes usando o nome de redes como Zara, Pão de Açúcar e Starbucks para enganar os usuários.

Portanto, em primeiro lugar, você deve sempre desconfiar de mensagens com promoções do gênero. Antes de se animar e clicar em qualquer link que chega para você, procure saber, em fontes oficiais, se a promoção realmente existe.

Por via das dúvidas, o ideal é que você tenha um antivírus instalado em seu dispositivo móvel. Mesmo que você clique no link por engano, o programa de segurança bloqueia o acesso à página falsa. Por uma mensalidade que cabe no seu bolso, o UOL Segurança Digital faz esse trabalho por você!