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Projeto Child Online Protection: dicas para proteger crianças de acordo com a faixa etária

Postado em 8/12/2014

Projeto Child Online Protection: dicas para proteger crianças de acordo com a faixa etária

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Há duas décadas, a televisão era uma grande aliada dos pais dentro de casa. Mesmo com a reclamação de educadores, a tv era vista como uma aliada na tarefa de entreter e deixar os filhos ocupados por um tempo. Hoje em dia, a tecnologia cumpre esse mesmo papel via computadores, tablets e smartphones.

A Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (CEPAL) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) calculam que 60% das crianças da América Latina ganham o primeiro celular aos 12 anos de idade. O fenômeno tecnológico é ainda mais evidente no Brasil. Para se ter uma ideia, 42% dos meninos e meninas brasileiras de 9 e 10 anos já marcam presença nas redes sociais.

Ao mesmo tempo que computadores e dispositivos móveis ajudam os pais com certos benefícios às crianças, como diversão com jogos online e auxílio para trabalhos escolares, também existe o outro lado da moeda. Muito mais perigoso e que os pais precisam ficar atentos.

De acordo com levantamento da União Internacional das Telecomunicações (UIT), três em cada quatro criança estão dispostas a compartilhar informações pessoais em troca de algum serviço. E pior: uma em cada cinco criança corre o risco de ser vítima de predadores sexuais. Os problemas vai além: do bullying online a riscos com compras online. É claro que as crianças precisam ser bem educadas antes de acessar à internet.

Para ajudar os pais nessa difícil missão, a UTI lançou o projeto global “Child Online Protection” que reúne uma série de boas práticas dividida conforme a faixa etária dos usuários. Confira:

Crianças de 5 a 7 anos

Nessa faixa etária, qualquer problema que aparecer é de total responsabilidade dos pais. Isso porque crianças de 5 a 7 anos de idade ainda não têm discernimento para saber os riscos que o mundo virtual apresenta. Mas eles usam os computadores e dispositivos móveis para jogar e assistir a desenhos animados online. Portanto, os pais sempre devem ficar acompanhando e supervisionando o acesso dos filhos nessa faixa etária. Instalar softwares específicos que limitam o acesso a sites suspeitos também é uma medida razoável.

Crianças de 8 a 12 anos

Aqui, a lista de cuidados é bem mais extensa. Quanto aos jogos online, os pais devem verificar a classificação indicativa do game e encorajar os filhos a bloquear os jogadores que incomodam. Para manter a privacidade no jogo online, o filho precisa utilizar um nickname que não tenha relação com o seu nome.

E a privacidade deve ser assunto também quando falamos de redes sociais. Alerte que, no mundo online, sempre aparecem desconhecidos solicitando amizade. Peça para o seu filho fique atento a isso e nunca passar e expor dados pessoais, como endereço residencial e número de telefone. Por fim, ensine o seu filho que todo conteúdo que ele compartilha, seja foto, vídeo ou texto, se espalha rapidamente pela web e dificilmente é possível retirar.

Adolescentes de 13 anos para cima

A partir dos 13 anos, a internet já faz parte do cotidiano da maioria dos adolescentes. Diariamente eles acessam às redes sociais, se comunicam com os amigos por aplicativos de mensagens instantâneas e fazem pesquisas para trabalhos escolares.

Cabem aos pais orientar os filhos em alguns aspectos. Primeiro, informe-os que a internet não é terra de ninguém. Lá, qualquer conteúdo tem um autor e se deve respeitar os seus direitos autorais. Nos trabalhos da escola, é importante citar as fontes para não ser acusado de plágio.

Os adolescentes precisam ser educados a não abrir os inúmeros arquivos de fontes desconhecidas que eles recebem nos e-mails e redes sociais diariamente. Muitos deles são programas maliciosos. Ensine, ainda, a denunciar sites pornográficos e de conteúdo racista e violento.