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Duas falhas de segurança críticas colocam aparelhos Android em risco

Postado em 01/06/2016

Duas falhas de segurança críticas colocam aparelhos Android em risco

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O ano de 2015 não está sendo dos melhores para o Android, o sistema operacional móvel do Google. Mais duas falhas de segurança foram descobertas no sistema e representam um risco alto para todos que possuem dispositivos ativos.

Desde o começo do ano, grupo de pesquisadores desvendaram uma verdadeira "biblioteca" de vulnerabilidade nos aparelhos Android, que ficou conhecida como Stagefright. As falhas reveladas agora abrem espaço para que criminosos digitais mal intencionados consigam ter acesso aos usuários de smartphones e tablets Android.

A primeira falha tem o potencial de afetar quase todos os dispositivos móveis, fazendo-os voltar para a versão 1.0 do software, que foi lançada em 2008. Por sua vez, o segundo bug pode ser usado para controlar todos os dispositivos que executam versões posteriores do software, do 5.0 para cima.

Muitos aparelhos em risco

Ao todo, mais de um bilhão de smartphones e tablets Android estão em risco e podem ser comprometidos pelos novos bugs. Apenas visualizando arquivos de vídeo ou áudio que foram criados especialmente para explorar a vulnerabilidade, já é possível deixar os proprietários desses dispositivos em risco.

Segundo o Google, uma atualização será lançada para corrigir a vulnerabilidade, mas ainda não há uma data específica. A empresa informou, ainda, que detalhes dessa correção foram compartilhados com os fabricantes de dispositivos Android na esperança de que ele possa ser tirado do alcance de todos os usuários logo que possível, a partir de sua placa-mãe.

Falhas de segurança como essa são um problema sério para os usuários de smartphones e tablets. Dependendo da gravidade, elas permitem que os invasores executem programas de sua própria escolha em um dispositivo de computação.

Assim, eles têm acesso a documentos sensíveis, além de monitorar o tráfego de rede, registrar a atividade do teclado, ligar a câmera ou até mesmo criar um aparelho zumbi para atacar outros dispositivos.

Tradicionalmente, o Google é rápido no envio das alterações, em especial para a sua própria família de dispositivos Android, a Nexus. No entanto, o problema persiste porque a grande maioria dos telefones Android são de outros fabricantes, como Samsung, Huawei, Sony e LG, que entregam atualizações mais lentamente.

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