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Internet das Coisas é principal responsável pelo crescimento de ataques DDoS

Postado em 21/03/2017

Internet das Coisas é principal responsável pelo crescimento de ataques DDoS

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Você deve se lembrar que no fim do ano passado sites como Twitter, Spotify, Pinterest, Reddit e Airbnb saíram do ar graças a ataques de negação de serviço distribuído (DDoS). Basicamente, esse tipo de ataque acontece quando criminosos digitais conseguem controlar milhares de dispositivos conectados à internet e fazem com que eles acessem sites ao mesmo tempo. Essa ação sobrecarrega os servidores e derruba as páginas.

Nos últimos anos, houve um aumento significativo nos ataques DDoS. E, aqui, qualquer semelhança com o avanço dos dispositivos de Internet das Coisas no mesmo período não é mera coincidência. O site de estatística Statista calcula que existam mais de 28 bilhões de aparelhos conectados à internet.

Além de smartphones, tablets e computadores, também entram nessa conta webcams, geladeiras inteligentes, roteadores, smartwatches, entre outros. E é aí que mora o perigo. Como a maioria dos usuários não tem o costume de alterar as senhas padrões de roteadores e webcams, por exemplo, os invasores conseguem facilmente controlar esses dispositivos a distância. Para piorar a situação, ainda não existe nenhuma solução de segurança compatível com esses aparelhos.

No fim do ano passado, os criminosos digitais desenvolveram um programa capaz de invadir dispositivos de Internet das Coisas. Apelidado de Mirai, o software já assumiu o controle de mais de 15 mil aparelhos, sendo 7 mil câmeras de vigilância.

O resultado dessa história é a potencialização dos ataques DDoS. Para se ter uma ideia, segundo dados do Relatório Anual sobre Segurança da Infraestrutura Global de Redes da Arbor Networks, o maior ataque reportado foi de 800 gbps em 2016, superando em 60% o maior ataque registrado de 2015: 500 gbps.

Ataques mais frequentes

Além da intensidade, os ataques DDoS se tornaram mais frequentes. O relatório ainda revela, por exemplo, que ocorreram, em média, 21 ataques por mês em provedores de serviço, como Netflix e Spotify, no ano passado. Isso representa um avanço de 44% em relação aos ataques de 2015.

Por sua vez, os data centers sofreram cerca de 50 ataques mensais, enquanto sites de empresas, entidades governamentais e instituições de ensino tiveram média de 10 ataques por mês, um avanço de 8% e de 17%, respectivamente, em comparação ao ano anterior.

Dor de cabeça

Embora ataques de DDoS não roubem dados – apenas derrubam servidores –, eles podem dar uma tremenda dor de cabeça aos usuários finais. Quando eles sobrecarregam importantes sites de serviços online, como provedores de e-mails, internet banking e de armazenamento de nuvem, os usuários precisam aguardar um bom tempo para resolver seus problemas. Isso sem contar os milhões perdidos com sites de comércio eletrônico, por exemplo, fora do ar.

Para evitar que a sua máquina se torne um computador zumbi e caia nas mãos dos criminosos digitais, use uma solução de segurança de qualidade. O UOL Segurança Digital deixa sua máquina mais protegida e custa pouco por mês.