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Linux: o pingüim é mesmo à prova de vírus?

Postado em 03/07/2013

Linux: o pingüim é mesmo à prova de vírus?

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Muita gente acredita que, ao usar o sistema operacional Linux, está completamente livre das ameaças virtuais. Mas será que isso é mesmo verdade?

Bem, as plataformas de código aberto costumam ser menos populares – geralmente elas são escolhidas por usuários avançados ou empresas. Por isso, a maioria dos criminosos digitais não perde tempo criando malwares para elas. Windows e Mac OS são os principais alvos, já que o número de potenciais usuários infectados – e, portanto, a possibilidade de “lucro” – é maior.

Também é verdade que em sistemas operacionais livres como o Linux a segurança é priorizada desde a criação. Ele é um sistema bastante fechado, e suas configurações “default” são mais seguras: para se realizar qualquer ação, é necessária uma autorização do administrador.

Além disso, os desenvolvedores e usuários do Linux formam uma comunidade bem informada. A rápida troca de informações entre eles viabiliza reações e soluções eficazes – o que minimiza eventuais danos.

Por isso, é muito mais difícil criar um vírus que consiga prejudicar os usuários. Mas difícil não quer dizer impossível. Está enganado quem pensa que o pinguim está totalmente livre de malwares. Ataques a servidores baseados no Linux, por exemplo, são cada vez mais comuns. E o fato de os usuários não se preocuparem em proteger as máquinas pode acabar ajudando os criminosos digitais.

Não se deixe enganar

O objetivo dos criminosos não é instalar códigos ou programas maliciosos nos computadores que possuem esse sistema operacional em si, mas em páginas hospedadas no Linux. Assim, os usuários do Windows e do Mac OS que acessam esse servidor também podem ser infectados.

Muita gente acredita que vírus, worms e cavalos de Troia precisam da autorização do usuário para se instalar no servidor. Porém, dependendo da sua configuração de segurança, arquivos podem ser executados automaticamente, explorando as vulnerabilidades do seu navegador.

Checagens regulares

Diz o ditado que o seguro morreu de velho. E é por isso que, mesmo no Linux, é melhor usar um bom antivírus para varrer o sistema de tempos em tempos.

Afinal, arriscar para quê?