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Minha senha foi roubada. E agora?

Postado em 25/03/2014

Minha senha foi roubada. E agora?

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Tão desesperador quanto ter as chaves de casa levadas por um ladrão é ter as suas senhas eletrônicas roubadas. Não importa quais sejam elas, desde os códigos que dão acesso às redes sociais, até aqueles que entram em sua conta do banco online. Qualquer que seja o caso, dá um frio na espinha só de imaginar.

Recentemente, cerca de 2 milhões de internautas passaram por essa situação crítica. Um malware chamado Pony se instalou em máquinas ao redor do mundo e roubou credenciais pessoais de acesso a alguns sites como Facebook, Google e Twitter.

E esse não foi o primeiro e nem o último exemplar da espécie. Portanto, é preciso ficar atento a algumas medidas de segurança, tanto para evitar o golpe, como para minimizar os transtornos, caso seja uma vítima. Veja como se proteger em diferentes situações e plataformas:

Os ataques

Se você teve alguma senha eletrônica roubada, provavelmente você caiu em algum dos golpes mais comuns: o spyware ou o phishing. No primeiro caso, os criminosos instalam softwares maliciosos em sua maquina que “espiam” seus dados.

No segundo, você recebe, por exemplo, um e-mail falso do banco pedindo que você confirme algumas informações. Ou ainda uma mensagem pedindo para que você redefina a senha do seu e-mail.

Há ainda os keyloggers, ferramenta usada pelos cibercriminosos no caso citado acima. Nessa modalidade, o software malicioso registra os toques de teclas conforme você digita e os salvam em um arquivo.

O que eles fazem com as senhas

No caso de e-mails, redes sociais e aplicativos, os malfeitores usam os códigos para obter informações a seu respeito. Tudo é vasculhado e os seus dados podem cair em mãos que você nem imagina. Desde criminosos do mundo físico, até empresas de propaganda que podem usar essas informações para oferecer produtos e serviços.

Além desses códigos, por meio dos golpes, os ladrões conseguem também os números do banco e do cartão de crédito. E com esse acesso, eles fazem compras e realizam transações financeiras em seu nome. Nesses casos o prejuízo pode ser bem maior, pois envolve finanças.

Como proceder se cair no golpe

A primeira atitude a tomar, assim que desconfiar do roubo, é trocar a senha. Crie um código forte e não a compartilhe com ninguém. Se a identificação estiver relacionada a transações financeiras ou qualquer outro tipo de ambiente que possa te prejudicar legalmente, registre uma ocorrência do departamento de polícia.

Notifique os envolvidos, inclusive os bancos, sobre o ocorrido e use todas as ferramentas de bloqueio que forem possíveis. Por exemplo, no caso de cartão de crédito, é possível bloquear o seu uso.

Como se prevenir desses ataques

Fique alerta ao compartilhar detalhes pessoais, especialmente nas redes sociais. E procure estar sempre atualizado sobre os golpes. Quanto mais informações você tiver, mais fácil será detectar as tentativas de invasão.

Não preencha cadastros em tudo quanto é site, verifique se são realmente necessários esses dados para o que você pretende fazer naquela página.E sempre verifique se está navegando em um ambiente seguro.

Proteja seu computador e seus dispositivos móveis com softwares de segurança contra vírus, spyware e navegação em endereços maliciosos. Além disso, assegure-se de usar um firewall para bloquear o acesso não autorizado ao seu computador ou rede.

Evite realizar transações financeiras ou muito pessoais em redes de wi-fi públicas e computadores compartilhados. Ambos não são ambientes seguros, prefira navegar nesses sites quando estiver em sua casa.

E, claro, lembrando mais uma vez: crie senhas fortes, e de preferência diferentes para cada site. E não crie lembretes óbvios, como por exemplo: “data de nascimento”. Use frases cifradas, ou extremamente secretas e pessoais. A dica serve para lembrá-lo do código, em caso de esquecimento, e não para facilitar a vida de um invasor. Lembre-se disso na hora de criá-la.