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Novo malware de Internet das Coisas já infectou mais de 2 milhões de aparelhos

Postado em 22/11/2017

Novo malware de Internet das Coisas já infectou mais de 2 milhões de aparelhos

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Apenas um ano após o ataque Mirai, maior malware de Internet das Coisas e responsável por um dos principais colapsos na navegação mundial, pesquisadores de segurança online agora alertam para o crescimento rápido de um novo ataque. Nomeado “IoT Reaper”, o malware já infectou mais de 2 milhões de dispositivos e apresenta uma taxa de infecção assustadora: 10 mil aparelhos por dia.

O problema foi flagrado, pela primeira vez, em setembro pela empresa de segurança digital Qihoo 360. Acredita-se que o malware ainda não atingiu sua potência total.

De acordo com o blog da empresa, diferentemente do Mirai, que explorava senhas fracas em equipamentos, o novo ataque foca em vulnerabilidades já conhecidas em dispositivos que fazem uso de Internet das Coisas. A ideia é transformar os aparelhos atingidos em Botnets.

Entre as vulnerabilidades alvo, é possível listar:

Vacron (NVR); GoAhead (câmera);

JAWS (câmera); AVTECH (câmera); Dlink (roteadores);

Netgear (roteadores);

Linksys (roteadores).

Atenção redobrada

Desde a descoberta do malware, os pesquisadores vêm monitorando a expansão da infecção com cuidado. Segundo eles, embora o botnet esteja atualmente em seus estágios iniciais de multiplicação, o autor já está modificando ativamente o código.

O desenvolvimento do problema em larga escala, como vem acontecendo, é altamente preocupante, pois supera grandemente os 100.000 DNSs afetados pelo Mirai em 2016. Ou seja, desta vez a vigilância deve ser ainda mais criteriosa.

Enquanto isso, pesquisadores da Checkpoint ainda apontam para um botnet chamado “IoTroop”, que também explora vulnerabilidades nas câmeras IP Wireless e já atingiu centenas de organizações, como GoAhead, Dlink, TP-Link, AVTECH e outros. Aparentemente, trata-se do mesmo problema apontado pela Qihoo.

Portanto, esta é a hora de redobrar seus cuidados com dispositivos que façam uso da Internet das Coisas. Por exemplo, os pesquisadores recomendam atenção extrema às atualizações dos equipamentos, além de aplicar a troca da senha padrão dos aparelhos por senhas fortes.