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Número de malwares para atacar Internet das Coisas dobra

Postado em 27/06/2017

Número de malwares para atacar Internet das Coisas dobra

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De acordo com estimativa da consultoria Gartner, mais de 8,4 bilhões de aparelhos no mundo estarão conectados à internet até o fim deste ano. Além de smartphones, tablets e computadores, também entram nessa conta smart TVs, babás eletrônicas, relógios inteligentes, carros, webcams, impressoras e por aí vai. Bem-vindo à Internet da Coisas!

Mais dispositivos conectados à internet também significa mais alvos para criminosos digitais atacarem. E é exatamente isso o que eles estão fazendo. Levantamento da empresa de segurança digital Kaspersky Lab aponta que o número de amostras de malware para Internet das Coisas mais que dobrou neste ano, chegando a 7 mil variantes.

Esse crescimento não surpreende por dois motivos. O primeiro está na popularidade que esses aparelhos estão ganhando, o que aumenta a probabilidade de um ataque ser bem-sucedido.

O segundo motivo, e o mais problemático, é a fragilidade dos sistemas de segurança dos aparelhos, parte ignorada pela maioria das fabricantes. Para piorar a situação, ainda não existem soluções de segurança específicas para proteger esses equipamentos. O roteador Norton Core, ainda sem previsão para chegar ao Brasil, é uma tentativa de resolver essa questão.

De modo geral, os criminosos digitais invadem os aparelhos de Internet das Coisas para espionar e chantagear suas vítimas. Outro objetivo das invasões é usar os dispositivos infectados para promover ataques DDoS.

Aparelhos mais visados

Entre os equipamentos de Internet das Coisas mais visados, estão gravadores de vídeos digitais e câmeras IP, representando 63% dos alvos. Na sequência, com 20% de participação, aparecem dispositivos de redes, como roteadores e modems DLS.

Países mais atacados

China (17%), Vietnã (15%) e Rússia (8%) foram os três países que mais apresentaram dispositivos de Internet das Coisas infectados. Mas os números também não são nada bons para o Brasil, que aparece na sequência da lista, com 7% de aparelhos atingidos.

Como ficar protegido

Diante desses números, não dá para ficar de braços cruzados. Enquanto ainda não existem soluções de segurança para os equipamentos de Internet das Coisas, o melhor que você pode fazer é mantê-los atualizados. Isso porque a fabricante corrige uma ou outra vulnerabilidade a cada atualização nova.

Outra medida interessante é alterar a senha padrão de aparelhos como webcams e roteadores. Assim, você dificulta a vida de um atacante que tenta invadir esses equipamentos.

Quanto a smartphones, tablets e computadores, não há desculpas para deixá-los vulneráveis. Com uma única assinatura do UOL Segurança Digital, você protege todos esses aparelhos de pragas virtuais.