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O que aprender com o ransomware Bad Rabbit que atingiu várias empresas da Europa

Postado em 22/11/2017

O que aprender com o ransomware Bad Rabbit que atingiu várias empresas da Europa

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Podemos concluir que 2017 foi o ano da consolidação do ataque ransomware. De modo geral, a praga sequestra os dados de computadores e solicita um resgate (normalmente em bitcoins) para que as vítimas voltem a ter acesso às maquinas infectadas.

Aproveite e veja: Vítimas de ransomware já pagaram mais de 25 milhões de dólares de resgate

Até o começo de novembro, já vimos três ataques em grande escala neste ano: WannaCry, Petya e, o mais recente de todos, Bad Rabbit. Caso você ainda não saiba, este último ataque atingiu uma série de computadores de agências de comunicação russa, sistemas do Aeroporto Internacional de Odessa (Ucrânia) e outras empresas da Turquia e Alemanha. Felizmente, foi menos grave que os dois primeiros, mas ainda fez um estrago grande.

Para infectar os computadores das vítimas, os criminosos espalharam uma versão fraudulenta do Adobe Flash Player em diversos sites. Logo que os usuários clicavam para baixar a nova versão, o ransomware já infectava a máquina. Isso porque se tratava de um arquivo com extensão .exe.

Nisso, os computadores das vítimas ficavam bloqueados. Na tela, aparecia uma solicitação de resgate, cobrando cerca de 280 dólares.

Quais lições tirar do ransomware Bad Rabbit?

Todos esses casos servem para acender um sinal de alerta nos usuários. Embora os ataques mais graves tenham atingido grandes corporações, os consumidores finais não estão livres das ameaças virtuais. Muito pelo contrário.

Em primeiro lugar, procure baixar softwares apenas de fontes confiáveis. Ou seja, nunca faça download de anexos de e-mails não autorizados nem baixe arquivos de sites desconhecidos. Mais do que isso, evite instalar programas piratas em seu computador.

Leia também: 4 sinais de que um arquivo pode estar infectado (e você não deve baixá-lo!)

Manter programas, navegadores e sistemas operacionais atualizados também ajuda a deixar sua máquina menos vulnerável. Por fim, não deixe de instalar um software antivírus em seu computador. Ele identifica e elimina rapidamente as mais variadas pragas.

Sabendo que os ataques ransomwares também atingem dispositivos móveis, como smartphones e tablets, o ideal é que o seu antivírus seja multiplataforma. Quer uma sugestão? Com uma única assinatura, o UOL Segurança Digital protege computador, smartphone e tablet. Fica a dica!