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Pesquisa divulga dez dados sobre o comportamento das crianças na internet

Postado em 21/08/2015

Pesquisa divulga dez dados sobre o comportamento das crianças na internet

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O acesso à internet tem sido cada vez mais precoce, segundo o Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação). Mas qual tem sido a relação das crianças com a rede? Elas são capazes de reconhecer os riscos desse ambiente digital? Essas são algumas das perguntas respondidas pela edição 2014 da pesquisa anual sobre o uso da internet no Brasil.

No levantamento do Cetic.br, foram entrevistados 2.015 crianças e adolescentes usuários de Internet com idades entre 9 e 17 anos em todo o território nacional, entre outubro de 2014 e fevereiro de 2015.

Veja abaixo dez dados sobre o comportamento desses brasileirinhos.

Como as crianças e os adolescentes se comportam na rede

De acordo com a patente, o usuário tira uma selfie de si e armazena no dispositivo. Quando quiser desbloquear o aparelho, só precisar tirar uma outra selfie pela câmera frontal. A foto então é comparada com o banco de dados do próprio aparelho e, caso a combinação seja positiva, o uso do iPhone é liberado.

82%
navegam pelo celular diariamente; os smartphones correspondiam a 53% dos acessos (contra 71% de desktops), em 2013

73%
apontam as redes sociais como a principal atividade no ambiente virtual. O Facebook é a rede preferida e conta com o perfil de oito em cada 10 jovens entrevistados (78%)

63%
seis em cada dez crianças e jovens brasileiros que usam a rede admitem que não seguem as orientações dadas pelos pais

52%
informaram que seus perfis são públicos, ou seja, podem ser vistos por qualquer pessoa. Se somarmos ao número de perfis "parcialmente privados", o número chega a 64%. Além disso, 30% informaram o telefone, 17%, o endereço e 46%, a escola onde estudam

43%
das crianças entre 9 e 10 anos que acessam a internet tem um perfil em alguma rede social. Entre a faixa de 11 a 12 anos, o número sobe para 68% e entre 13 e 14 vai para 88%. Quanto mais alta a classe social, maior o número de jovens com perfil nas redes sociais (85% nas classes A e B e 69% na classe D e E)

32%
admitiram mentir a idade para poder entrar no Facebook, que permite que apenas maiores de 13 anos

22%
ainda usam as velhas lan houses para ter acesso à rede; em 2012, o índice era de 35%

15%
dos entrevistados entre 11 e 17 anos disseram que já foram tratados de forma ofensiva na internet. O número sobe para 20% na faixa dos 15 aos 17 anos. Dois em cada 10 já encontraram mensagens de ódio contra uma pessoa ou grupo de pessoas. Entre 15 e 17 anos, o número é de 27%

13%
adicionaram quem não conheciam nas redes sociais e 29% já tiveram contato pela internet com quem nunca tinham visto antes. Quando questionados se já encontraram com alguém que conheceram na internet, 13% responderam que sim

9%
receberam pedidos de foto de partes íntimas ou conversas de conteúdo sexual pela internet. Entre os jovens de 14 a 17 anos, o número é de 14%. 15% já acessaram sites para adultos com conteúdo pornográfico e 47% disseram ter visto imagens e vídeos com conteúdo sexual em redes sociais nos últimos 12 meses