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Pesquisadores desenvolvem sistema de autenticação que utiliza coração do usuário

Postado em 14/11/2017

Pesquisadores desenvolvem sistema de autenticação que utiliza coração do usuário

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Os sistemas biométricos em smartphones, que utilizam características físicas e comportamentais dos seres vivos como medida de segurança, estão ficando cada vez mais avançados. A Apple, aliás, causou alvoroço ao anunciar o sistema de reconhecimento facial em seus últimos lançamentos: iPhone 8, iPhone 8 Plus e iPhone X.

Quando você pensa que essa tecnologia já chegou ao limite, pesquisadores desenvolvem um sistema de autenticação ainda mais elaborado. Além dos scanners de digitais, face e até íris, agora também é possível encontrar sistemas de autenticação que utilizam o coração do usuário como objeto da biometria. E não estamos falando simplesmente dos batimentos cardíacos.

>> Leia também Autenticação em dois fatores: o que é e por que é importante adotar em suas contas

Ainda que pareça ficção científica, a descoberta é real. Desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, esse novo sistema biométrico promete mais comodidade e rapidez no processo de autenticação. Isso porque ele funciona como uma espécie de radar, que lê diversas características do coração do usuário.

Que características são essas? Podemos citar o tamanho, o formato e a geometria do órgão como simples exemplos. Mas a tecnologia vai além. O sistema une a leitura dos itens acima à frequência cardíaca do usuário, criando um padrão único para cada pessoa, que servirá como autenticação de acesso.

Vantagens do sistema de autenticação pelo coração

Está chocado demais com a informação para conseguir enxergar alguma vantagem nisso? Nós ajudamos:

A primeira delas é que esse sistema não exige contato direto com o usuário para realizar o escaneamento do coração. O processo começa com a identificação do órgão, que leva cerca de 8 segundos. Uma vez padronizado, a autenticação é praticamente instantânea.

Além disso, os pesquisadores afirmam que esse radar não tem nada de prejudicial para o corpo humano, uma vez que emite, aproximadamente, 5 milliwatts. Isso não chega a representar nem 1% da radiação produzida pelos smartphones.

A aplicação desse novo sistema também pode ser bastante diversa, sendo útil, inclusive, em aeroportos ou locais onde há necessidade de identificação da pessoa sem entrar em contato direto com ela. Isso sem mencionar, claro, os usos diários, como acesso a dispositivos móveis e computadores. Seria mais uma camada extra de proteção.

Já imaginou ter seu coração escaneado para receber acesso aos seus dados? Pode ser uma loucura bastante interessante (e segura)!