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Seguro de celular: vale a pena?

Postado em 25/03/2014

Seguro de celular: vale a pena?

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Proteção nunca é demais. Pensando nisso que as pessoas asseguram seus bens como casa, carro e smartphones. Esse último item, inclusive, tem sido cada vez mais protegido pelos seus donos. Segundo a operadora de telefonia TIM, no primeiro trimestre de 2013 foi registrado um aumento de mais de 500% na contratação de seguro para celulares.

Tanta precaução não é à toa. O Brasil é o segundo país com maior índice de roubo de celulares no mundo, ficando atrás só da Índia. Segundo dados de mercado, 25% dos brasileiros já tiveram um smartphone roubado.

Se você não faz parte desta estatística, muito provavelmente conhece alguém que faz. E já deve ter se perguntado: seguro de celular vale a pena?

Já adiantamos que a não existe uma resposta única e definitiva. A decisão é pessoal, e depende do perfil e intenções de cada usuário. No entanto, podemos ajudá-lo nessa escolha, aprofundando o assunto.

Valor

Quando comparado a um seguro residencial ou automotivo, por exemplo, a proteção de celular é cara. Geralmente os seguros de carro não passam de 10% do valor do bem. Já no caso dos dispositivos móveis, o preço cobrado pela apólice anual gira em torno de 15% a 30% do valor do aparelho. Essa cifra, geralmente, pode ser parcelada e é calculada com base no valor de nota fiscal do aparelho, tempo de uso e data de compra.

Algumas operadoras intermedeiam esse serviço. Outras não oferecem essa facilidade, e nesses casos, o seguro precisa ser feito diretamente com a seguradora.

Cobertura

As coberturas oferecidas são muito semelhantes entre uma empresa e outra. A seguradora indeniza o segurado em caso de roubo ou furto qualificado. Furtos simples não são cobertos. Ou seja, para receber o prêmio, o aparelho deve ter sido furtado após destruição ou rompimento de um obstáculo.

Por exemplo, se o usuário deixa o celular em cima de uma mesa, e alguém o leva, não há ressarcimento do aparelho, pois a situação configura um furto simples.

Algumas seguradoras também oferecem contratos mais sofisticados (e caros) que cobrem danos físicos, elétricos e sinistros ocorridos fora do país.

Franquia

Esse ponto difere de seguradora para seguradora. O valor que fica sob responsabilidade do segurado, quando ocorre um sinistro, vai desde zero a 25% do valor do aparelho. Os assegurados pela Zurich, por intermédio da Vivo, por exemplo, devem pagar 25% do valor do celular para a reposição do bem.

Já na Porto Seguro os valores são ajustados conforme o tempo de uso do aparelho. Por exemplo, um dispositivo que tem menos de seis meses de existência, com comprovação de nota fiscal, tem direito a recebimento integral da indenização. Já um aparelho com mais de 50 meses de vida, de acordo com a mesma tabela, terá 70% do seu valor reduzido na indenização de roubo ou furto.

Então, na hora de escolher um seguro é importante levar em conta além do preço da apólice, também o valor da franquia.

Sinistro

Para reclamar o seu prêmio, cada seguradora faz suas próprias exigências. Em todos os casos é necessário um boletim de ocorrência relatando o furto ou roubo e a nota fiscal do produto. Em alguns casos, a seguradora faz uma auditoria antes de liberar o prêmio.

Algumas exigem ainda uma carta escrita de próprio punho descrevendo a situação na qual ocorreu o sinistro, e também pedem que o usuário entregue todos os acessórios como fone de ouvido, carregador e até mesmo a caixa do produto.

Proteção além do seguro

É importante ressaltar que, ao ter um celular roubado, existem mais coisas em jogo que o aparelho. Antes de acionar a seguradora, acione a operadora e solicite o bloqueio da linha evitando que terceiros façam ligação utilizando seus créditos ou conta.

Alguns softwares de antivírus – como o UOL Antivírus – permitem ainda que você faça o bloqueio remoto do aparelho para evitar que seus dados sejam expostos e ajudam a fazer a localização do aparelho à distância.

Seu smartphone está protegido?