Dicas e Curiosidades

ver todos

Selfies poderão substituir senhas em futuro próximo

Postado em 30/07/2015

Selfies poderão substituir senhas em futuro próximo

469.000
novas ameaças são encontradas
por semana na internet.

Se você quer uma
navegação segura e total
proteção
para seus dados
garanta a proteção do
UOL Antivírus

baixar agora

Abra a galeria de fotos no seu celular. Quantas selfies têm lá? Mais de uma, não é verdade? Está todo mundo encantado com as selfies e tirar a foto de si mesmo virou febre.

Mas elas podem oferecer muito mais do que uma visão de si mesmo, ainda mais se depender da Apple. Em um futuro muito próximo, a empresa está se preparando para usar as imagens para substituir senhas e impressões digitais na hora de desbloquear o iPhone para uso.

A Apple acabou de ter uma patente reconhecida pelo governo dos Estados Unidos que detalha um sistema de reconhecimento facial via selfies que pode chegar muito em breve aos seus smartphones.

De acordo com a patente, o usuário tira uma selfie de si e armazena no dispositivo. Quando quiser desbloquear o aparelho, só precisar tirar uma outra selfie pela câmera frontal. A foto então é comparada com o banco de dados do próprio aparelho e, caso a combinação seja positiva, o uso do iPhone é liberado.

De acordo com a Apple, a ideia é facilitar o uso frequente para a esmagadora maioria dos donos do celular. Atualmente, a ação já é bastante simples: basta deslizar o dedo na tela e inserir uma senha ou impressão digital. Contudo, o desejo da empresa com a identificação via selfies é cortar o procedimento pela metade, tornando a utilização mais simples e intuitiva.

Dúvidas de segurança

É claro que a esta altura você já deve ter pensado em uma lista de argumentos que inviabilizam a utilização deste sistema por conta da segurança. Mas a Apple não deixou isto de fora e incluiu algumas medidas de segurança já conhecidas para trabalharem a favor desta inovação.

Por exemplo, assim como acontece com o Touch ID, todo o processo de reconhecimento e identificação deve acontecer totalmente off-line, sem que imagens do rosto do usuário ou do local em que ele está sejam armazenadas e/ou transmitidas via internet.

Mesmo assim, ainda ficam dúvidas de ordem prática como a vida útil da bateria. Isso porque os sensores relacionados à própria câmera precisariam estar ativos durante todo o tempo para identificar quando o usuário está na chamada “posição de uso”.

Além disso, o sistema de reconhecimento facial também deve apresentar dificuldades para funcionar em condições de baixa luminosidade, o que tornaria o processo muito mais trabalhoso. E restam também os questionamentos sobre métodos simples de circundar o sistema, como colocar uma foto do verdadeiro dono do dispositivo em frente ao celular.

Todas estas dúvidas ainda não foram respondidas na patente registrada pela Apple e a empresa também não se pronunciou sobre o assunto. Agora, é esperar para ver como isso vai chegar ao mercado.